A pesquisa do Slash é direcionada a processos criativos interdisciplinares no campo entre arte e tecnologia. Cada trabalho convoca uma configuração própria de artistas e colaboradores, de acordo com as questões, os meios e as necessidades de cada processo.
O SLASH mantém colaboração com o Elétrico – Grupo de Pesquisa em Ciberdança, e com o LaPAC – Laboratório de Pesquisas Avançadas do Corpo, da Escola de Dança da UFBA. Essa aproximação atravessa investigações, publicações e experimentações artísticas desenvolvidas em diferentes projetos.
O SLASH — Núcleo de criação em dança e artes híbridas foi fundado em Amsterdam, em 2010, como SLASH – Art and Technology Research Laboratory, por Mirella Misi, Chris Heijens, Sergio Ulhôa e Frank Händeler.
Desde o início, reuniu artistas, pesquisadores e profissionais de diferentes áreas em processos interdisciplinares de criação e investigação. Em Amsterdam, desenvolveu trabalhos apresentados em galerias, festivais e centros culturais e também promoveu exposições e encontros que aproximavam dança, música, imagem, design, programação e arte interativa.
Ao longo desse percurso, trabalhos como 4 Dreaming, Is This Brazil?, Being There, RGB@lpha, Empty Spaces, Play: Deseja Jogar? e Intelly Lamp colocaram em relação dança, participação, imagem, software, objetos, luz e ambientes digitais em diferentes configurações.
O conjunto revela uma trajetória que se transforma sem abandonar o interesse por experiências em que linguagens, materiais e tecnologias possam produzir novas relações com o espaço e com o público.




P&D para criação de uma instalação na qual o público interage com o seu duplo virtual em tempo real. Uma câmera de video captura a imagem do público presente no espaço e o software compõe e projeta essas imagens de forma transformada, criando uma realidade alterada.

ATUALIZAR

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P&D para a criação de um software interativo para geração de imagem e som baseados em detecção de movimento e reconhecimento de imagem (image recognition). O objetivo final é realizar uma forma de comunicação improvisacional com um arquivo de data inteligente.

P&D para sistemas de projeção 3d com integração de câmeras, filmes e objetos gráficos gerados em Open Gl para criação de realidades híbridas tri-dimensionais.

P&D para criação de um sistema de comunicação interna de uma lâmpada inteligente.
Lider do Slash, designer de software e hardware, músico / compositor, sonologia, codiretor Yens & Yens electronic arts
Fundadora do Slash, Professora da Universidade Federal da Bahia,coordenadora LaPAC, Colíder Elétrico, coreógrafa e videomaker, PhD em dança / tecnologia
Designer de software, engenheiro eletrônico, músico / compositor, codiretor Yens & Yens electronic arts
Professora da Universidade Federal da Bahia, do Programa de Pós-graduaçao em Dança (UFBA) e Professora Colaboradora do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais (UFBA). Docência (PIBID-UFBA). Parecerista do Journal of Somatic and Dance Practices (Coventry University), co-coordenadora LaPAC e líder do Elétrico CNPq
Artista, Grupo de pesquisa em Ciberdança Életrico, da Escola de dança da UFBA CNPQ
Em O Fio de Ariadne, trabalho cênico atual do SLASH, o núcleo reúne Mirella Misi, Jandro Villamayor Léon, Juliana Baeza, Chris Heijens, Nadya Librelon e Paulo Tiago Nascimento Barbosa. Essa configuração aproxima dança, teatro, artes visuais, música, design, iluminação, produção e pesquisa, mantendo o modo de trabalho colaborativo e por projetos que acompanha a trajetória do núcleo desde sua criação.
Uma criação de dança contemporânea do SLASH, concebida por Mirella Misi e Jandro Villamayor Léon a partir do mito de Ariadne, Teseu e o Minotauro e do conto La casa de Asterión, de Jorge Luis Borges.
O espetáculo desloca o olhar para Asterión, transformando o labirinto em casa, espera e condição de existência. No dueto interpretado por Juliana Baeza e Jandro Villamayor Léon, o encontro se constrói por aproximações, suspensões, recusas e deslocamentos. O Minotauro condensa dimensões contraditórias e inacabadas da experiência humana, enquanto Ariadne e Teseu reaparecem como figuras de desejo, abandono e invenção do outro.
A obra propõe reflexões sobre reconhecimento, solidão, medo, desejo e a necessidade de ser visto pelo outro. A paisagem sonora selecionada por Chris Heijens e o desenho de luz de Paulo Tiago Nascimento Barbosa participam da construção de um espaço sensível em que dança, som e luz atravessam a permanente busca pelo encontro.



Lider do Slash, designer de software e hardware, músico / compositor, sonologia, codiretor Yens & Yens electronic arts
Fundadora do Slash, Professora da Universidade Federal da Bahia,coordenadora LaPAC, Colíder Elétrico, coreógrafa e videomaker, PhD em dança / tecnologia
Artista, Grupo de pesquisa em Ciberdança Elétrico, da Escola de Dança UFBA
Professora da Universidade Federal da Bahia, do Programa de Pós-graduaçao em Dança (UFBA) e Professora Colaboradora do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais (UFBA). Docência (PIBID-UFBA). Parecerista do Journal of Somatic and Dance Practices (Coventry University), co-coordenadora LaPAC e líder do Elétrico CNPq
Artista, Grupo de pesquisa em Ciberdança Életrico, da Escola de dança da UFBA CNPQ
Produtora, Grupo de pesquisa em Ciberdança Életrico, da Escola de dança da UFBA CNPQ
Iluminador, Escola de dança da UFBA